SEET realizou Assembleia Geral sobre a CCT em Palmas, Araguaína e Gurupi

29/11/2018 12/12/2018 10:40 315 visualizações

por: Eriks Jhonata

 

Conforme as atribuições legais do art. 14, do Estatuto Social, o Sindicato dos Profissionais da Enfermagem no Estado do Tocantins (SEET) realizou na última quarta-feira, 28, Assembleia Geral com profissionais da enfermagem com vínculo empregatício junto ao Setor Privado de Saúde (Clinicas, Laboratórios e Hospitais Particulares), a fim de deliberarem sobre a Proposta de acordo apresentada nos autos nº 001986-77.2018.5.10.0802, que trata do Dissídio Coletivo da categoria.

Devido ao impasse sobre o acordo da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) entre o SEET e o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimento de Serviços de Saúde do Estado do Tocantins (SINDESSTO), o acordo havia sido encaminhado ao Poder Judiciário Trabalhista, para em dissídio coletivo buscar a tutela jurisdicional competente. Na audiência, a justiça apresentou uma proposta sobre a quantidade de plantões a ser estabelecido na CCT.

A proposta foi deliberada em Assembleia Geral com a categoria nos municípios de Palmas, Araguaína e Gurupi e prevaleceu a proposta inicial da categoria dos 13 plantões, a proposta foi levada nesta quinta-feira, 29, em audiência entre as entidades sindicais no Tribunal do Trabalho onde foi apresentada à Justiça.

Segundo o Presidente do SEET, Claudean Pereira, o sindicato não tem medido esforços na defesa da permanência dos 13 plantões mensais hoje realizados. “Estaremos nos empenhando mais ainda durante esse processo, no sentido de oferecer informações para que a Justiça possa entender que o aumento dos plantões pode afetar a vida social e a saúde dos trabalhadores, decidindo favoravelmente”, esclarece.

Ainda de acordo com, Claudean Pereira, destaca a importância da participação e do empenho dos profissionais da enfermagem nas ações desenvolvidas pelo Sindicato, onde a união é imprescindível na busca de melhores condições de trabalho e, consequente na qualidade de vida para os profissionais. “É de extrema relevância atender as convocações da entidade, participar das assembleias, sobre tudo neste momento onde o direito está ameaçado com a reforma trabalhista”, ressalta.